abril 19, 2008

O desconforto apareceu de repente. Eram noites agradáveis. Faltosas, mas a culpa é toda minha.
Surgiram dúvidas, reações que teoricamente, acontecem sempre. Absoletas, mas a culpa é toda minha.
Dias que sumiram com o tempo. Palavras ditas que foram trocadas pelo vento. Sujeira, mas a culpa é toda minha.
Acontece que o redondo se transformou e ninguém confia em mim. Suspeitas, mas a culpa é toda minha.
E agora?


Só.
....
Inha!

4 comentários:

Thiago Quintella disse...

A culpa sendo descoberta é o primeiro passo para resolver algumas coisas, ainda, no caso, sendo sua. Quando a culpa é nossa é bem mais fácil.
Aê, não mude de curso!! hehhee

Rafa disse...

Não seja tão severa consigo mesma. Veja pelo lado bom: se a culpa é sua você pode colocar ela quem você quiser.

E sim, as vezes eu apareço no seu blog... rs

Te amo =*

Acasos Irrisórios disse...

nanets!

passando pra dizer que vou tentar tirar a poeira lá do blog do acasos, hein!
vc pode ajudar fazendo uma visita!

beijo aí!

Anônimo disse...

Não quero fazer um julgamento do carácter das pessoas. Não é sequer os medos, as indecisões ou incertezas que me incomodam.

O que me incomoda é o mecanismo da origem.

A reflexão.

Não tenho dúvidas de que existe uma relação entre uma elevada auto-estima saudável e a satisfação em relação à nossa vida.
Os homens e mulheres que gostam de si e se aceitam, conseguem sentir-se razoavelmente felizes.

A ideia que temos de nós é condicionada inicialmente pela opinião dos seres mais importantes da nossa vida têm e expressam sobre nós.
Na adolescência, as opiniões dos nossos colegas de grupo podem ou não ser relevantes.

Quando falamos de auto-estima elevada é necessário diferenciar a saudável, baseada em qualidades que fomentam o bem estar do individuo e dos demais, da narcisista.

As pessoas que gostam de si próprias preferem centrar-se nas suas virtudes e não nos defeitos. Desta forma dedicam-se mais às coisas que fazem bem, tornando-se mais resistentes e eficientes.

Quem possui uma auto-estima muito baixa tem tendência para se sentir indefeso, vítima de um destino que não escolheu, frustrado e impotente perante as suas expectativas inalcançáveis que gera um desespero melancólico.

Não gostar de nós próprios provoca sentimentos de desencanto e de inferioridade, fomenta o isolamento social, a indecisão, a insegurança e a desconfiança.

Conclusão:
De uma maneira geral tudo é subjectivo. A parcialidade está sempre presente. Assim sendo,certa ou errada é a minha visão.


Ass:Mário