agosto 13, 2010

Três anos, então...


Não posso começar dizendo que foram três anos de muito amor. Muito menos dizer que tivemos momentos de muita alegria e tristeza. O primeiro da um ar demasiado de romantismo da literatura do romance brasileiro do século XIX, inexistente afinal, e outro um ar de “ixi”, se é assim um dia acaba. Então, não posso começar falando nada.
É insano, mas não agüento mais as pessoas, os livros, a minha cabeça me deixar tão zonza. São tentativas e mais tentativas de atribuir tudo que tenho a emoção, para muitas vezes me jogarem um banho de água fria dizendo que não existe nada daquilo que estou sentindo. E quando te aconselham, ou até mesmo seu professor, que fez doutorado, super culto, dizendo todas tolices possíveis de uma vida desagradável? É moda dizer que não existe amor, não existe família, não existe sentimento – tudo, tudo é mentira, e você ou acredita que tudo é mentira, ou é bobinha, ingênua, e sinônimos.
E seus sonhos? Ah, esses são jogados no lixo a cada uma hora que você pensa no seu futuro. Eu já perdi a minha própria noção de como dói ouvir e ler certas coisas. De como você alimenta certas atitudes pela vida inteira e de repente você tem que acreditar, ou finge que acredita, solta aquela risadinha disfarçada para seus amigos intelectuais modernos, e diz: “que bobagem isso tudo, né?”
Não basta dizer que cansei, porque isso está a todo momento, há toda hora, isso está na minha própria casa. Cada vez que eu descubro mais coisas da minha família, dos meus amigos, vejo que 80% é mentira, é falsidade, é interesse, é, é, é tudo.
Enfim, eu e Rafael não merecemos um post desse num dia tão especial, mas sinto falta de dar um grito de basta e funcionar na minha vida. Como eu queria que as pessoas parassem um pouco para se olharem no espelho. Como eu queria que as pessoas parassem de se comparar uma com as outras, quererem ser iguais. Como eu queria que as pessoas deixassem seguir seu coração, seu sonho, e nada mais. Acreditar no que a outra pessoa diz, se ela diz “eu amo você”, e que não houvesse dúvida disso.
Enfim, torço para que independente de todos os males da vida, eu seja feliz com àquele que me deu a honra de ser meu par. Feliz três anos de namoro para mim.

"O coração tem razões que a própria razão desconhece."

6 comentários:

Anônimo disse...

Muitas vezes naquele blog que quase ninguém lê, está uma janela de alma, que o visitante atento pode abrir para entrever ou seja presenciar a vivência do seu autor, e porque não uma reflexão tipicamente humana.
Como é habitual, não gosto de comentar com frases de circunstância, mas sim interagir e sem desvirtuar o texto faço a minha reflexão. Há quem goste ou quem não goste mas vou arriscar.

A amizade é o amor sem preço nem prazo de validade. Amamos os nossos amigos sem que os seus defeitos nos afectem. Perdoamos fraquezas, ausências e silêncios, relevamos deslizes e esquecimentos, não exigimos deles mais do que o que já sabemos que nos podem dar. Os amigos são isto.
Sabemos ouvi-los, intuímos quando estão mal, gastamos o nosso tempo a encontrar soluções que os ajudem.

Se sabemos ser tão bons amigos, porque é que tantas vezes não conseguimos fazer o mesmo com o outro, com a pessoa que vive connosco ou com quem partilhamos a nossa vida?

Por que é que o amor é tão mais exigente, tão mais egoísta, tão mais inflexível, tão menos generoso?

Talvez o amor real se resuma a este perpétuo exercício de humildade que é dar e receber, com conta, peso e medida, tentando não cair na tentação de cobrar.

Quem está sempre a cobrar não conhece as regras básicas do jogo amoroso. Mais importante do que falar, é agir. Mais eficaz do que explicar, é dar o exemplo.

É preciso parar para pensar e pensar antes de agir, de protestar, de cobrar. Sem empatia,é impossível construir o amor. A empatia é a capacidade de perceber o que o outro sente, o que o outro quer, o que o outro precisa, sem impor o que acreditamos ser o melhor para ele.

Amar alguém é como dar a mão, mas sem forçar; às vezes é preciso puxar para cima, outras vezes é melhor largar e deixar que o outro siga por onde quer, mesmo sabendo que ele se vai enganar e voltar atrás.

Amar é um jogo de sentidos e de poderes, é preciso ser humilde e generoso para o ganhar, todos os dias um bocadinho, com esforço e entendimento, sem medo de falhar.

Se assim for, ninguém perde e ganham os dois.

Assina: Mário

Anônimo disse...

"Acreditar no que a outra pessoa diz, se ela diz “eu amo você”, e que não houvesse dúvida disso."

Sobre isto reflecti,pois é mais do que um desejo. É um grito de alma, sincero e profundo, fez-me pensar. Não sei se a minha reflexão traduz o significado.

Tenho-me cruzado com pessoas com alguma resistência ao amor.
Não penso que seja ao conceito de amor na sua essência, refiro-me à dificuldade que cada um tem em se deixar ir ao ponto de se querer apaixonar, amar, de arriscar ou de estar disponível para sofrer por amor.

Não será melhor sofrer por amor do que não sofrer por coisa nenhuma?
Não será melhor saber o que é o amor e estar sujeito às suas contingências do que viver uma vida inteira a gostar em voz baixa?

Para quê ter medo de amar se é esse o melhor de todos os projectos?

Cada um vai construindo para si um significado muito próprio do que é o amor, da forma como necessita de viver esse amor, como este o pode preencher e até que ponto está disposto a lutar por ele.

Cada indivíduo tem a sua história, cada história tem a sua carga, cada carga pode ser leve ou pesada, cada peso tem duas medidas, cada medida tem uma dimensão, cada dimensão tem inúmeras hipóteses, e cada hipótese que escolhemos vai forjando a nossa história pessoal.

O que nos faz querer sair de dentro de nós próprios e correr atrás de uma nova oportunidade?

O que nos leva a dizer a alguém: "Casa comigo!"?

Não tenho a resposta, apenas a reflexão.

Ass: Mário

Anônimo disse...

A pessoa apaixonada sobrevaloriza aquele que ama. Os psicólogos dizem que projectamos os nossos desejos nele e os psicanalistas garantem que voltamos a ser crianças e encontramos no outro os nossos pais.

Quando apaixonados, achamos tudo mais bonito, o mundo parece mais colorido e luminoso. Mas o estado de enamoramento não traz apenas ilusão; também traz conhecimento.

Só é possível que nos conheçamos a fundo, a nós próprios, através de outro ser humano. Fazemo-lo com os nossos pais, enquanto crianças, mais tarde com os amigos, mas sobretudo isso acontece quando nos apaixonamos.

Nessa altura, queremos saber tudo sobre aquele que amamos, estar sempre a seu lado, amá-lo e sermos correspondidos para sempre.

Vemo-lo não só como é no presente, mas como foi em criança, em jovem, recuperamos todas as suas experiências - incluindo os seus amores. E o mesmo faz ele consigo.

Através dele, portanto, não conhecemos apenas as nossas ambições mas as ânsias, as qualidades, as virtudes e as debilidades, os seus erros e o seu potencial escondido; como um realizador que sabe logo à partida a grande actriz que tem na sua frente, apesar de apenas ver uma menina inocente.

Mas este extraordinário processo de conhecimento apenas é possível com duas condições.

A primeira é que cada um, ao contar a sua vida, diga a verdade. Só aquele que é sincero sobre o seu passado abre o seu coração e a sua alma ao outro e pode com ele fundir-se sem perder a própria identidade.

A outra condição é a liberdade.

Cada um deve ser livre para se exprimir, livre para dizer aquilo que lhe agrada no outro e aquilo de que não gosta.

O estado de paixão é uma grande oportunidade para nos conhecermos a nós próprios e aos nossos desejos em profundidade, sem sermos esmagados ou limitados por limites, vínculos, tabus e hábitos que nos refreiam.

Apesar de tudo, muitas pessoas não têm coragem de deixar-se emergir no mais profundo do seu ser, inibem-se, calam-se ou mentem, ou mostram apenas os aspectos que julgam que vão agradar ao seu amado.

É porém a procura contínua do conhecimento recíproco que faz durar o amor. Porque o ser humano tem mil características, mil potenciais, e quando o libertamos dos travões, floresce de autoconfiança e cada novo encontro torna-se algo diferente e surpreendente.

Compararia os apaixonados a dois artistas que tiram milhões de fotografias um ao outro, recuperando ora imagens diferentes do seu amado ora de si próprios. Imagens que são produto da sua imaginação mas, em simultâneo, são reais.

É assim o conhecimento do amor, assim, tão parecido com a arte.

Ass: Mário

Anônimo disse...

A grande dificuldade na aprendizagem numa relação é aparentemente simples, trata-se da “ aceitação”.
O ser humano está automaticamente preparado em estabelecer certos limites que impedem de nos reconhecermos abertamente no outro.

Essa não aceitação está ligada à imagem que temos de nós mesmos.
Sem pensar, facilmente acusamos o outro de defeitos ou incapacidades, não percebendo que podemos sofrer do mesmo.

Fundir-nos no outro não é tarefa fácil.

É usual estarmos tranquilos, acreditando que tudo está bem e de repente aparece algo que nos inquieta. Não?


Vejamos, temos que pensar bem. O que está a acontecer? É interno ou vem de alguém de fora da relação?

Se esta situação se dá dentro da relação, o casal pode assumir em conjunto o desafio e dar um brilho especial às questões erótica e amorosa.

Se vem do exterior os vínculos amorosos que temos na nossa relação estremecem por todos os lados. A razão é óbvia a rotina instalou-se sem termos noção disso.

Este é o momento básico, as opções são só duas. Ou sucumbimos no imobilismo, ou aceitamos a nossa transformação.

Transformação? Sim. É a oportunidade que a vida nos dá para regenerar a nossa capacidade em aceitar, amar, a modificação interna.

Uma coisa é certa: quem vivência esta experiência, vai enfrentar uma situação onde a capacidade de amar é posta à prova. A capacidade de amar é um desafio.

Porém, este desafio não pode ser obsessivo ao ponto de confundirmos amor e sexo.
É necessário estar apto para discernir se abundam a revelação de segredos que inquietam e que foram embrulhados em enganos, desenganos, ilusões e desilusões.

É nesta altura que os sentimentos funcionam, pois é nesta fase dos relacionamentos que habitualmente tomamos as decisões menos apropriadas para aquele momento.

Nesta fase da vida a palavra “ amor “ assume outro significado.

Não podemos desviar a nossa atenção do que é fundamental e importante. É o velho binómio entre ‘desejo’ e ‘amor’.

Só assim é que os vínculos ficam fortalecidos. A relação tem futuro.

Ass: Mário

jane smith disse...

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